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Quem sou eu

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"Sou um jovem velho, que busca conhecer o mundo, e aprender a viver de forma intensa. Sonhador e devo dizer corajoso (tanto quanto teimoso), procuro descobrir por mim mesmo tudo que tenho vontade,e assim agregar cada vez mais conhecimento de vida. Sou o que sou à procura de mim mesmo. Em busca de respostas e de conhecimento. Sou imperfeito, porem feliz em minha essência."(2010) Ok... Sou um jovem velho...ja mais velho. Que ainda busca conhecer o mundo, mas que ja pôde ter umas experiencias sobre o mesmo. Ainda sonhador, porém agora mais realista do que antes. Teimoso sempre. Apaixonado pelo o ideal de fazer sempre o que nos sentimos bem, e que se tiver que ser doloroso que sirva de lição. (2016)

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Se expressar

''Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado. Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.''

Autor Desconhecido

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Prestes a dormir




  • Mais um mês comum está se acabando, mais uma semana se iniciando...mais um dia se encerrando... Tranco as portas, escovo os dentes, preparo meu simples mas companheiro colchão ao chão. Apago as luzes, me ajeito da forma mais aconchegante possível entre meu cobertor e me preparo para dormir mais uma noite.
    A cabeça não para, as vozes, flashes do dia a dia, de tudo que ocorreu, de tudo que farei ou assim pretendo fazer. Pensamentos vêm e vão em fluxo continuo e bagunçado, mas em um ritmo menos acelerado que nas outras horas. Doce momento esse minutos antes do sono me alcançar... Momento esse em que planejo meu próximo dia, revejo o que errei ontem, o que fiz hoje para que possa consertar meu amanhã.
    Então, em meio a esse esquema de organização, me vem você em mente. Me pego a pensar e me espanto em notar os inúmeros momentos que já estivemos juntos. Por quantos acontecimentos, brigas, risos, lagrimas e alegria já dividimos.
    O dia amanhece, e uma vez mais saio rumo ao meu cotidiano. Porem agora com a esperança renovada, de que em breve poderei me deitar e ter aquele doce momento de quando estamos prestes as dormir... porem, que estarei desfrutando desse momento com você ao meu lado.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Frenesi

Vocês tanto pediram...
tanto se esforçaram...
...Com tamanho afunco se dedicaram...
e enfim me irritaram (...)
 Enfim farei a vossa vontade!
Pois a partir daquele instante, daquele insulto impensado.... você conquistaram algo que à tempo ninguém conseguia :êxito.



Êxito em conhecer o que tenho de pior como ser humano... ou em outras palavras simplesmente se tornar meu inimigo.
Hoje será o inicio de seus piores e mais detestáveis pesadelos.
Terão a honra(e a má...péssima sorte) de conhecer quão perigoso pode ser provocar o desconhecido, perturbar o que possa parecer inofensivo e subestimar um passado cujo os fatos e caminhos trilhados vocês sequer imaginam.
Libertar algo que pode (e tenha certeza...sera!) algo que se arrependa imensamente.
Farei com muita maestria e sutileza se sentirem constantemente vigiados, desconfiados e em xeque.
Posso confessar que me causa um frenesi ao imaginar as possibilidades... um prazer enorme em Quem imaginaria... depois de tempos irei retirar minha mascara de bom cidadão e vestir uma vez mais o manto do desprezo,repudio e ódio pleno por alguém.

Espero que possa desfrutar do que estar por vir. 
Ira abaixar a guarda, pensando estar sempre á frente. Sempre no controle. Mas quando der por si. Xeque mate!




R.Rocha



L.

quarta-feira, 19 de março de 2014

O INSANO

Como um passageiro sem rumo ele caminhava em direção ao nada... Sozinho pela estrada ele seguia em frente... Era um garoto aparentemente normal, que perdidos em seus pensamentos fazia seus afazeres do cotidiano como se fosse apenas um robô criado para aquelas tarefas. Os que passam por ele jamais imaginariam... Alias, se quer teriam ideia do caos que se escondia por trás daquele rosto cabisbaixo e sem inocente (...).


Uma criança aos olhos de um adulto, um jovem para a sociedade... Um demônio para si mesmo. Ao retornar de seu trabalho, uma vez mais era tomado pelo seu eu insano. Via-se perseguido por ideias de morte e suicídio. Em tudo que fazia, caminhos em que passavam, situações ele imaginava lhe resultam em apenas um fato: sua morte.

Ali se encontrava ele, ao terceiro dia desde que seu insano voltará a perturbar sua mente. Caminhava lentamente como quem não tinha pressa para retornar à lugar algum. Lagrimas despercebidas escorriam pela sua face e seus olhos fitavam sua frente como se houvesse apenas um vazio. Um passo. Dois passos. Alguns metros caminhados.

Ele observava o céu e as vastas arvores que a cidade possuía. Na rodovia a qual passava, ele observava um à um os carros, caminhões, e demais automóveis que ali transitavam ininterruptamente e logo começa seus temores...

O insano tomava controle  da situação e ali se iniciava seu maior carrasco. Sem se dar conta de como, quando ou porque, ele se imaginava repentinamente caindo em frente aqueles carros e como se fosse real, toda situação em sua mente.

Ou outro momento, se via caindo barranco abaixo, se perdendo na mata e ferindo-se das mais diversas formas e agonizando com a mesma intensidade. Em um instante de controle voltava a observar o céu, na esperança que saísse daquele pesadelo de olhos abertos. Mas em nada ajudava fazer isso. Sentia apenas uma dor, uma solidão em pensar quanto tempo demorariam para sentir sua falta, chegar a conclusão de sua morte ou ao menos poderem tomar alguma atitude.
 

As ilusões de morte não eram o único problema que o Insano causava. As vezes, em dias mais sombrios, ele era mais ardiloso e cruel. Via-se em outro papel, em outra angulo de tudo. Via-se como o carrasco, o juiz e o executor. Imaginava-se matando.


Passado por uma garotinha que brincava afastada de sua mãe cujo esperava a circular. Ele passa e a encara friamente com um desejo doentio e em sua cabeça passa a cena dela sendo jogada (por ele) nos ferros que saíam da mureta a qual ela brincava perto. Um pouco mais a frente, passa ao lado de um senhor também pela calçada e isso basta para que venha a cena dele sendo jogado em frente as motos que desciam velozmente a rua e sorria ao imaginar o resultado.


As lagrimas tomavam mais espaço em seu rosto e já deixavam de ser passadas despercebidas.


Volta a si, próximo a sua casa. Cumprimenta apressadamente seus vizinhos que o olham preocupados com a pressa que se encontra o garoto. Adentra sua moradia, em direto ao seu quarto se joga em sua cama e chora desesperadamente se perguntando o que se passava com ele. Era um louco? Estava doente? Era apenas algum tipo de sociopata ou apenas um suicida? Quanto mais pensava nas opções mais desesperado ficava. Em consequência começa a pensar na família, e em todos que ele sempre gostou mais que estavam a kilometros de distancia e que talvez pudesse nem se importar...

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Espelho

Dê uma olhada em você no espelho.Quem você vê te olhando?É a pessoa que você quer ser?Ou é alguém que você queria ser?A pessoa que você deveria ser, mas acabou não sendo?É alguém dizendo a você que você não pode ou não quer?Porque você pode.Acredite que o amor está por aí.Acredite que sonhos se realizam todos os dias.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Tenho observado todos falando sobre como foi 2013, o que foi bom, ruim e que se arrepende disso ou daquilo... e por fim o que espera do novo ano que se aproxima...
Pois também como um apaixonado por escrever decidi registrar como foi o ano de 2013 para mim...
Eis que como tem sido meu dois ou trés últimos anos... 2013 foi também posso dizer... agitado...  Isso me lembra meu querido amigo Markus, que certa vez disse não se incomodar pelas nossas longas  conversas justamente porque sempre tinha novidades, um acontecimento novo...uma loucura nova em pauta :)
 ...Arrisco dizer que meu ano foi em sua maior parte ruim... entretanto, não posso dizer que me arrependo. Como sempre, tento (e sim sei que o quanto é difícil) não me arrepender, e sim tirar algum proveito, aprendizado de tudo que ocorre. Lamento pelos tempos difíceis... sim, afinal sou humano e só quem está sempre ao meu lado sabe que passei por maus bocados... Mas se arrepender? Para que? O tempo passa, o que foi decidido... alias depois de agido não se volta atrás, lamentar é normal... por um breve tempo, agora sentar e passar o resto da minha vida chorando por um atitude talvez um pouco equivocada? Jamais. Muitas lagrimas derramei, mais do que outras vezes, passei o primeiro semestre me sentindo totalmente perdido, frustrado e confuso... e o segundo semestre por boa parte a frustração persistiu e com outros acontecimentos que vieram juntou o sentimento de solidão e a saudade da família e amigos.
Dentre tudo que houve, uma vez mais provei para eu mesmo que tenho a honra de ter pessoas excelentes ao meu lado da qual espero um dia retribuir 10x mais tudo que fizeram, fazem e sei que farão se precisar novamente.
Meus olhos se abriram para novas realidades, e pude enxergar algumas falhas que de agora em diante farão toda diferença...e acredito que viver seja isso, é errar e aprender com o erro. Estar constatemente se fortalecendo, superando e aprendendo a seguir em frente.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lagrimas de gratidão...

"A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor. 
Joseph Addison "

 Em meio à um caos de pensamentos, angustia incessante e aquele sentimento aterrador de solidão extrema... eis que surge a tal da amizade... como dito por Joseph Addison o amigo é aquele que tem o dom de estar ao seu lado a todo momento...



...é simplesmente incrivel como o ser humano pode ser cruel... e ainda mais incrivel o quanto pode ser imprevisivel  e amavel. dentre uma multidao, surgem nas horas certas as pessoas certas que têm em sua simples (porem nao menos importante) atitude de ouvir o poder de acalmar um coração frustrado, uma mente esgotada...

As pessoas mostram o tamanho da bondade do coração humano quando você menos espera, e mostra para aquele que necessitam de uma luz de esperança, enxergar que não esta só como se imaginava... faz se afastar aquela sensação de que estamos sozinhos no meio da multidao...


Amigo. Amiga. Voces que mostram que não há porque se envergonhar em chorar, ou de se abrir... voces que dividem essa dor para que futuramente possam rir uma vez mais em conjunto... Voces que tem a habilidade de transformar lagrimas de sofrimento e dor em lagrimas de gratidão, carinho e alegria...

Dedico essas palavras a todos voces que sao amigos, que estao ao lado em todos os momentos , em especial Felipe Ferracini, Rosilene Chicareli, Marilda Nunes, Ediane Batista, Joyce e Markus Cezar.


R.Rocha


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Desabafo do escritor...

Uma vez mais estou aqui altas horas da madrugada com lagrimas nos olhos e grande aperto no coração. Desde 2010 está já é se não me falha a memória a 6ª vez que passo por essa situação... numero na minha opinião alto demais para nem bem 3 anos.
Com quase 23 anos, em aproximadamente 2 anos e meio já me vi cinco vezes (agora uma vez mais) nesta situação angustiante, com esse sentimento enorme de frustração e nessa indecisão constante.
Entre a saída da casa do pais e o presente momento já foram seis empregos e oito moradias em apenas 30 meses!
A minha cabeça se enche de ponto de interrogações, de questionamentos quanto à como estaria se tivesse feito determinada escolha naquele determinado momento... Deitado a pouco, olhando para escuridão do quarto, fiquei pensando se não me faltou esforço enquanto estava no litoral, esforço para me adaptar, esforço para fazer com que tivesse dado certo...ao invés de encontrar argumentos que sustentasse minha insatisfação (ou talvez insegurança). Fico relembrando de Marília,nos dois momentos em que estive lá, podia ter dado certo? Talvez.Penso, e me espanto com a possível veracidade da ideia, que talvez Maringá de uma forma grosseira tenha sido algo mais negativo em minha vida do que eu tenha me dado conta. Tenho pensado que posso ter me deixado encantar rápido demais apenas pela primeira impressão de um mundo novo, de um lugar razoavelmente diferente do que o que eu crescerá.Tive sim excelentes momentos, outros um tanto ruim e com obstáculos talvez possíveis de terem sido evitados. Aprendi diversas lições de vida, desde o “se virar” sozinho, até dar valor a uma simples refeição. Conheci pessoas maravilhosas, encantadoras e todas cada uma em sua particularidade ficarão sem duvida alguma em minha memória. No entanto, talvez isso jamais valha coisas, ou pessoas que de alguma forma perdi ao fazer essa escolha.
Noite passada, atordoado por essa “Insônia de reflexões” recordei de um trabalho feito (acredito eu) no ultimo ano do colegial(2009), onde tratava de descrever como nos víamos daqui  5 anos. Pois bem. Nesse instante me dei conta que já se passam quase 5 anos, e para minha infelicidade concluo que não fiz quase (se não nada) do que eu naquele ano pensava ser capaz de conquistar. Frustrante. Nunca senti tão nitidamente o significado desta palavra como tenho sentido (e entendido) ultimamente.E agora continuo a me questionar... o que fazer agora?
R.Rocha  

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Duas faces: uma mesma moeda.

Ser falho...quem não é.... magoar alguém? Quem nunca?!
Mudar o mundo? Decidi não perder mais o meu tempo, descobri que preciso mudar a mim mesmo, e que isso já será (se obter êxito) mais do que uma conquista.
Me deixo levar pelos sentimentos, pela necessidade de ser compreendido. Minha insistente compulsão por ser transparente s me causa arrependimento e magoa. O ser humano não quer ser pressionado, nem ter seu conceito criticado.
Boas intenções? ... o inferno já está cheio como já diz o ditado popular. A realidade é que não nascemos para ouvir a palavra “NÃO” já me dizia um professor em certo momento da minha vida. Hoje mais uma vez vi que preciso “consertar” minha identidade, e aprender que o mundo é um palco, e que nessa peça infelizmente as vezes é necessário o uso de mascaras.

Aprender que uma mesma moeda, possui duas faces.

R.Rocha